‘Nature is a whore’

•Novembro 12, 2008 • 1 Comentário

e o tempo é um chulo…

Dias (f)uteis.

•Outubro 28, 2008 • 2 Comentários

Talvez quando formos mais velhos olhemos para trás com desdém dos dias em que poderíamos ter aproveitado mais e que devido à leveza da idade ou ao peso da falta de ideias nos tenhamos acomodado despreocupadamente. Crescer é isso mesmo, excluir os dias fúteis que outrora saboreamos distraidamente sem pensar na perda de tempo e inutilidade dos mesmos. Evoluir é tirar os prefixos do quotidiano e construir sufixos sustentáveis.

Bem vindo ao tempo das relações sócio-descartáveis.

•Outubro 17, 2008 • 3 Comentários

A pergunta que faço a mim mesma é esta: estão a tornar-se as pessoas descartáveis?Esta minha questão, prende-se com algumas experiências pessoais que tenho tido nos últimos tempos, posso colocar a questão de outra forma, serão as relações descartáveis? A mim não me cabe na cabeça ter atitudes que atribuam sequer o mínimo sentido a estas questões, mas é a única analogia que me ocorre quando reflicto sobre determinados cenários. Sendo assim, a minha última questão é a seguinte, será que as memórias de momentos anteriormente partilhados com pessoas que significavam algo para nós desvanecem com o afastar dos seus intervenientes? È algo agridoce o sentido que atribuímos às nossas memórias, o que me lembro hoje com indiferença uma vez teve uma importância considerável na minha vida, daí a resposta ao que coloquei previamente é sim.

Quase sempre

•Outubro 11, 2008 • 2 Comentários

Apeteceu-me escrever hoje, não sei porquê, talvez porque deixar certas coisas a fazer não tenha sido a minha melhor escolha, talvez seja da música que estou a ouvir (acoustic qualquer coisa) mas quase sempre é um escape, vivemos no tempos dos devia: devia fazer isto, devia fazer aquilo mas porque é que é quase sempre um devia e não um … já volto vou fazer.

(Agora entende-se porque é que não tenho escrito)

bored out of my mind

•Agosto 14, 2008 • 1 Comentário

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(a) tormenta

•Julho 28, 2008 • 1 Comentário

O que me atormenta é causado por uma indefinição,prioridades sem visão,uma falta de compaixão e actos acumulados ou toda uma imensidão de nadas que parecem tudo, insignificâncias vistas à lupa da idade.

Só queria ter mais experiencia e mais memória.

Preciso de amnésia, preciso de um reset, preciso de tudo que é alguma coisa para além deste nada, preciso de me soltar de mim própria e ser maior do que tudo isto, preciso de escutar quem importa.

Preciso de tomates para acabar com esta palhaçada e que a vida me dê limões para fazer limonada.

Estou aqui

•Julho 23, 2008 • 1 Comentário

numa encruzilhada

Tem sido um turbilhão de:

•Julho 23, 2008 • 1 Comentário

preocupações

emoções

inquietações

tristeza

amizade

medo

(re)descobertas

tédio culpado

esperas

suposições

e ?

Só me falta isto…

•Julho 8, 2008 • Deixe um Comentário

para acabar o curso.

So wake me up when November ends.

Quero ser sedada

•Julho 3, 2008 • 1 Comentário

é pouco!

E droga não? aka melhor letra dos úlimos tempos é dos 4 taste aka fico contente por nunca me ter dado para falar com copos aka ando um bocado pimba aka

•Junho 24, 2008 • Deixe um Comentário

Qual a diferença entre as Spice Girls e os Tokyo Hotel?

•Junho 24, 2008 • 1 Comentário

Numa primeira consideração a esta pergunta de partida podemos dar uma resposta óbvia, ou seja: nada. Comparando o público alvo temos em ambos os lados jovens histéricas que ainda não definiram a sua sexualidade, umas gritam por transsexuais e outras por gajas, em ambos os casos temos uma questão fulcral: ambas estas bandas têm funções educativas, uma incentiva a vontade de aprender a língua alemã, a outra incentiva o Girl Power (ok ambas incentivam o Girl Power), e ambas incentivam a auto-destruição, (do gosto musical claro), é caso para dizer, mudam-se os tempos, mas os gostos ficam na mesma,

Sendo eu própria uma ex-fã das Spice Girls (sim, todos nós temos os nossos podres), pergunto-me, para quando o fim destas bandas?

A resposta é nunca, porque lixo haverá sempre, tem é de se fazer uma reciclagem mental.

Contrato tvi

•Junho 24, 2008 • 2 Comentários

Cá em casa temos um contrato Tvi, em que os termos do mesmo, aliás o único parâmetro é que a televisão permaneça neste canal enquanto a ficção nacional está em exibição (ou seja enquanto uma Cicciolina aventureira – leia-se Rita pereira – dá festinhas ao seu cavalinho),

Não tenho qualquer problema com isto, até acho que as pessoas após um duro dia de trabalho têm todo o direito de se sentar nos seus sofás a ver situações piores e mais dramáticas que as suas, se é que é possível haver pior.

Será tudo isto uma manobra para ludibriar os portugueses do que se passa à sua volta? Até me podem chamar cínica, mas o único efeito que as novelas portuguesas têm em mim é um completo vácuo intelectual, mentira claro, porque também tem o efeito totoloto, ou seja, já se sabe o que vai passar na cena seguinte, ou então o efeito deja vu, que consiste em ver traduções das falas de filmes a sair da boca de modelos repescados (para quê ver o sean penn quando podemos ver o marco delgado a dizer o mesmo??).

Da forma como isto está, não me admirava nada se visse a Rita Pereira a desempenhar funções de deputada num futuro próximo.

Nada mais a acrescentar

•Junho 24, 2008 • Deixe um Comentário

I will light the match this mornin’, so I won’t be alone
Watch as she lies silent, for soon light will be gone
Oh, I will stand arms outstretched, pretend I’m free to roam
Oh, I will make my way, through, one more day in Hell…
How much difference does it make
How much difference does it make, yeah…

I will hold the candle till it burns up my arm
Oh, I’ll keep takin’ punches until their will grows tired
Oh, I will stare the sun down until my eyes go blind
Hey, I won’t change direction, and I won’t change my mind
How much difference does it make
Mmm, how much difference does it make…how much difference…

I’ll swallow poison, until I grow immune
I will scream my lungs out till it fills this room
How much difference
How much difference does it make

Pearl Jam – Indifference

Cada vez tenho mais certeza

•Junho 24, 2008 • 2 Comentários

que tudo na vida é passageiro, sejam coisas boas ou más.

Demoramos é muito tempo a apercebermo-nos disso.