Bem vindo ao tempo das relações sócio-descartáveis.
A pergunta que faço a mim mesma é esta: estão a tornar-se as pessoas descartáveis?Esta minha questão, prende-se com algumas experiências pessoais que tenho tido nos últimos tempos, posso colocar a questão de outra forma, serão as relações descartáveis? A mim não me cabe na cabeça ter atitudes que atribuam sequer o mínimo sentido a estas questões, mas é a única analogia que me ocorre quando reflicto sobre determinados cenários. Sendo assim, a minha última questão é a seguinte, será que as memórias de momentos anteriormente partilhados com pessoas que significavam algo para nós desvanecem com o afastar dos seus intervenientes? È algo agridoce o sentido que atribuímos às nossas memórias, o que me lembro hoje com indiferença uma vez teve uma importância considerável na minha vida, daí a resposta ao que coloquei previamente é sim.

uma palavra amiga de quem também pensa (ou já pensou?! … ainda ando a tentar perceber que tempo verbal devo usar): descarta-te dessa ideia!
Pensa antes que são recicláveis, transformam-se noutra coisa.
É triste chegarmos à conslusão que tu chegaste…e eu diria que em grande parte dos casos é algo demasiadamente eminente… mais cedo ou mais tarde, com esta ou aquela pessoa, chegamos a essa dispensável conslusão…ainda que essa situação seja inconsciente por parte dos seus intervenientes…afinal de contas o tempo passa tão rápido e a nossa memória por vezes é preguiçosa…Mas….”podes fugir mas não te podes esconder”
o k realment existe e nao keriamos ver sao pessoas k nao valem a pena
foram importantes sim sra mas ao virem a nos desiludir fazem com k tudo n tenha significado, cada vez as memorias sao menos claras e cada vez menos despertam algum tipo de emoçao para além da indiferença.
Eu tenho dias k m sinto assim revoltada com certos comportamentos e a unica vontade k tenho é de abanar as pessoas com uma força bruta.
o mundo dá imensas voltas, ao n saber o dia d amanha nunca ponho um ponto final.
beijo*